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Perdoe – Não existe lógica para o perdão

Não existe uma lógica para o perdão. A ideia é perder mesmo! É uma grande perda que resulta na cura de si. O maior culpado não é o que sofre por causa do pecado do outro, mas o que não perdoa o pecado do outro. E o maior prisioneiro é o que pode ser livre, mas abre mão voluntariamente da sua liberdade para assumir a algema do orgulho.

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O perdão é um processo mental ou espiritual de cessar o sentimento de ressentimento ou raiva contra outra pessoa ou contra si mesmo, decorrente de uma ofensa percebida, diferenças, erros ou fracassos, ou cessar a exigência de castigo ou restituição.

A mágoa

Representa um sentimento de desgosto, pesar, sensação de amargura, tristeza, ressentimento.

É um descontentamento que, embora frequentemente brando, pode deixar resquícios que podem durar um bom tempo. Por vezes é possível percebê-lo no semblante, nas palavras e nos gestos de uma pessoa.

O perdão

pode ser considerado simplesmente em termos dos sentimentos da pessoa que perdoa, ou em termos do relacionamento entre o que perdoa e a pessoa perdoada. É normalmente concedido sem qualquer expectativa de compensação, e pode ocorrer sem que o perdoado tome conhecimento

Por que perdoar?

Eu sei que você tem toda a razão de não perdoar esta pessoa, mas, sinceramente, você sempre será a vítima, tanto dela, mas sobretudo de si mesmo. O mal do outro em nós é produzido pelo nosso mal.

Lembre-se: todos nós pecamos. Todos nós podemos frustrar alguém, decepcionar ou até trair. Não estamos livres disso, ainda que venhamos a bater no peito e gritar ao mundo a nossa integridade e domínio próprio prático.

Temos de entender que o perdão alivia o peso que está sobre nós e não sobre o outro. Quando perdoamos, não apenas liberamos alguém do que fez, mas nos liberamos de toda a acidez de alma, todo o câncer que nos destrói por dentro e/ou toda a sequidão que opera o desenvolvimento da desumanização em nós. Faz parte da nossa missão a prática do perdão no viver.

Vivemos numa sociedade que inverte as posições relacionais. Primeiro pensa-se em si, para depois olhar ao lado. Queremos sobre tudo que a nossa vontade seja feita e não nos importamos com as implicações das nossas atitudes na vida do nosso próximo.

E é justamente por sermos assim que nos tornamos mais violentos, intolerantes, impacientes e audaciosos para assassinar alguém, seja fisicamente, seja emocionalmente. Mas a Graça de Deus permanece sobre aqueles que decidiram pelo Evangelho. E se você está em Jesus, guarde a sua alma de se amargurar, ouça o conselho de Jesus, no Evangelho.

E o conselho de Jesus é simples: perdoe. Perca. Quantas vezes for necessário. O Evangelho propõe a morte de si e da própria vontade. Ele nos chama à gratidão que reparte a vida.

Viva! Seja livre em Jesus! Pois foi para isso que Ele morreu: para que você fosse perdoado e andasse na Luz e no Caminho que perdoa não sete vezes, mas 70 x 7.

Temos de entender que o perdão alivia o peso que está sobre nós e não sobre o outro. Quando perdoamos, não apenas liberamos alguém do que fez, mas nos liberamos de toda a acidez de alma, todo o câncer que nos destrói por dentro e/ou toda a sequidão que opera o desenvolvimento da desumanização em nós.

Faz parte da nossa missão a prática do perdão no viver.

 

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